Dra Leticia Couto

SIBO: suplementos naturais e probióticos realmente funcionam?

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SIBO: suplementos naturais e probióticos realmente funcionam? O supercrescimento bacteriano no intestino delgado, conhecido como SIBO (Small Intestinal Bacterial Overgrowth), é um tipo de disbiose intestinal — um desequilíbrio na microbiota — caracterizado por um aumento anormal de bactérias nessa região do intestino, onde normalmente a população bacteriana é bem menor.Esse excesso de microrganismos provoca fermentação exagerada dos alimentos, especialmente carboidratos, levando a sintomas como estufamento, gases, dor abdominal, diarreia ou constipação. Como identificar o tipo de disbiose O diagnóstico do SIBO é feito, principalmente, pelo teste respiratório de hidrogênio e metano.Esse exame mede os gases produzidos pelas bactérias após a ingestão de açúcares específicos. Hidrogênio elevado → sugere SIBO. Metano elevado → sugere IMO (Intestinal Methanogen Overgrowth), outro tipo de disbiose intestinal que costuma estar associado à constipação. Saber o tipo predominante é fundamental para escolher o tratamento mais adequado. O papel dos suplementos naturais Existem compostos de origem vegetal — como óleo de orégano, alho envelhecido, berberina e extratos de plantas medicinais — que apresentam propriedades antimicrobianas, podendo reduzir a população bacteriana excessiva.Eles podem ajudar no alívio de sintomas e na modulação da microbiota, mas não substituem o tratamento padrão. Importante: tratar SIBO apenas com suplementos naturais não é suficiente. Em média, a antibioticoterapia específica é feita por cerca de 14 dias, mas o acompanhamento deve ser mais prolongado para prevenir recidivas. Em alguns casos, o uso de suplementos naturais pode ser indicado após o tratamento principal, como parte de uma estratégia de manutenção. Probióticos: aliados com cautela Os probióticos são microrganismos vivos que podem auxiliar na restauração do equilíbrio intestinal.No SIBO e no IMO, seu uso precisa ser criterioso: Algumas cepas como Lactobacillus plantarum, Lactobacillus rhamnosus GG, Bifidobacterium lactis e Saccharomyces boulardii mostraram potencial para melhorar sintomas e modular a microbiota. Porém, se escolhidos ou dosados incorretamente, podem piorar a fermentação e o desconforto abdominal. Em muitos casos, o probiótico é introduzido após a fase de redução bacteriana, sendo mantido por um período maior para ajudar a prevenir a volta do desequilíbrio. Tratamento e prevenção de recidivas O tratamento do SIBO ou do IMO deve ser individualizado e pode incluir: Antibióticos específicos para reduzir o excesso bacteriano. Suplementos naturais como parte de uma estratégia de manutenção. Probióticos adequados ao tipo de disbiose. Ajustes alimentares, como dietas de exclusão temporárias (por exemplo, Low FODMAP). Correção de fatores que favorecem a disbiose, como alterações na motilidade intestinal ou uso prolongado de certos medicamentos. O acompanhamento regular é essencial, já que o SIBO pode recidivar em alguns pacientes. A combinação de tratamento médico, suplementação estratégica e mudanças de estilo de vida aumenta as chances de controle a longo prazo. Perguntas frequentes Probióticos podem piorar o SIBO?Podem, se usados na fase errada ou com cepas inadequadas. Por isso, a escolha deve ser feita com orientação profissional. O que acontece se eu não tratar o SIBO?A condição pode se tornar crônica, prejudicar a absorção de nutrientes e causar deficiências como anemia e baixa de vitamina B12. Qual a dieta mais indicada durante o tratamento?Muitas vezes a dieta Low FODMAP ajuda a aliviar sintomas, mas ela deve ser adaptada para cada paciente e por tempo limitado. Artigos Recentes SIBO: suplementos naturais e probióticos realmente funcionam? Intolerâncias Alimentares x Alergias Alimentares: entenda as diferenças e saiba como identificar Intolerâncias Alimentares: o que são, sintomas e como identificar Uso Prolongado de Inibidores de Bomba de Prótons (IBP): Benefícios, Riscos e Cuidados Por que o acompanhamento com uma equipe multiprofissional pode transformar sua saúde intestinal Artigos Populares Gases na barriga: o que é e como melhorar? Intestino preso: o que é e como resolver? Ferritina Elevada: O Que Significa? Refluxo Gastroesofágico: Entenda os Sintomas, Diagnóstico e Tratamento O Que é Disbiose Intestinal e Como Ela Afeta Sua Saúde Digestiva? Dra. Letícia Couto – GastroenterologistaEspecialista em saúde intestinal e disbioses. Atendimento humanizado, com investigação completa e plano personalizado para cada paciente. 📅 Agende sua consulta e descubra como cuidar da sua saúde digestiva de forma segura e eficaz. Agende sua consulta Agende sua consulta

Intolerâncias Alimentares x Alergias Alimentares: entenda as diferenças e saiba como identificar

imagem ilustrativa de alergia alimentar

Intolerâncias Alimentares x Alergias Alimentares: entenda as diferenças e saiba como identificar Muita gente sente algum desconforto depois de comer certos alimentos e logo pensa: “Será que tenho alergia?”.Mas nem sempre é alergia. Pode ser uma intolerância alimentar, e entender a diferença é fundamental para tratar corretamente e evitar sofrimento desnecessário. Afinal, embora os sintomas possam parecer parecidos, as causas, o diagnóstico e até o tratamento são diferentes. O que é intolerância alimentar? A intolerância alimentar acontece quando o corpo não consegue digerir ou absorver certos componentes dos alimentos.Isso não envolve uma reação de defesa do sistema imunológico. O problema está no funcionamento do sistema digestivo. Isso pode acontecer por vários motivos, como: Falta de enzimas que “quebram” os alimentos (ex.: falta da enzima lactase na intolerância à lactose) Dificuldade do intestino em absorver certos açúcares (ex.: frutose) Sensibilidade a carboidratos fermentáveis, conhecidos como FODMAPs Alterações no equilíbrio das bactérias intestinais (disbiose) ou presença de SIBO (supercrescimento bacteriano) Sintomas mais comuns da intolerância alimentar: Barriga inchada Gases em excesso Cólicas Diarreia ou prisão de ventre Náusea Exemplos de intolerâncias alimentares comuns: Intolerância à lactose (leite e derivados) Intolerância à frutose (algumas frutas, mel, xarope de milho) Sensibilidade não celíaca ao glúten Intolerância a FODMAPs (presentes em cebola, alho, trigo, leguminosas, entre outros) Importante: a intolerância alimentar não coloca a vida em risco imediato, mas pode causar muito desconforto e impactar a qualidade de vida. O que é alergia alimentar? A alergia alimentar é diferente: aqui o problema é o sistema imunológico.O corpo identifica proteínas específicas do alimento como se fossem “inimigas” e reage para se defender. Essa reação pode ser rápida e intensa, às vezes minutos depois de comer, e pode afetar diferentes partes do corpo. Sintomas mais comuns da alergia alimentar: Coceira e vermelhidão na pele (urticária) Inchaço nos lábios, língua ou garganta Falta de ar ou chiado no peito Dor abdominal, náusea ou vômito Queda de pressão e choque anafilático (em casos graves) Alimentos que mais causam alergia: Leite de vaca Ovos Amendoim Nozes e castanhas Peixes e frutos do mar Trigo Soja Atenção: a alergia alimentar pode ser grave e até levar à morte. Por isso, exige diagnóstico preciso e acompanhamento médico. Como diferenciar? Embora alguns sintomas se pareçam, há pistas que ajudam a diferenciar: Na intolerância: os sintomas geralmente afetam o sistema digestivo e aparecem horas depois da ingestão. Na alergia: os sintomas podem surgir rapidamente e envolver pele, respiração e circulação, além do intestino. O diagnóstico deve ser feito por um profissional, usando: História clínica e análise dos sintomas Testes de exclusão e reintrodução de alimentos (para intolerâncias) Testes de sangue e pele (para alergias) Testes respiratórios (para lactose, frutose e SIBO) Exames endoscópicos (em casos específicos) Tratamento Para intolerância alimentar: ajuste da dieta, uso de enzimas quando necessário, tratamento de disbiose e acompanhamento nutricional. Para alergia alimentar: evitar totalmente o alimento, ter plano de ação em caso de ingestão acidental, usar antialérgicos e, em casos graves, carregar adrenalina autoinjetável. Quando procurar ajuda médica? Se você percebe que sempre tem sintomas depois de comer certos alimentos, seja desconforto digestivo, manchas na pele, falta de ar ou inchaço, é hora de procurar avaliação.Um diagnóstico correto evita restrições desnecessárias e garante mais segurança e qualidade de vida. Artigos Recentes Intolerâncias Alimentares x Alergias Alimentares: entenda as diferenças e saiba como identificar Intolerâncias Alimentares: o que são, sintomas e como identificar Uso Prolongado de Inibidores de Bomba de Prótons (IBP): Benefícios, Riscos e Cuidados Por que o acompanhamento com uma equipe multiprofissional pode transformar sua saúde intestinal Como a Ansiedade Afeta Sua Digestão e O Que Fazer a Respeito Artigos Populares Gases na barriga: o que é e como melhorar? Intestino preso: o que é e como resolver? Ferritina Elevada: O Que Significa? Refluxo Gastroesofágico: Entenda os Sintomas, Diagnóstico e Tratamento O Que é Disbiose Intestinal e Como Ela Afeta Sua Saúde Digestiva? Dra. Letícia Couto – GastroenterologistaEspecialista em saúde intestinal e intolerâncias alimentares. Atendimento humanizado, com investigação completa e plano personalizado para cada paciente. Agende sua consulta e descubra como cuidar da sua saúde digestiva de forma segura e eficaz. Agende sua consulta Agende sua consulta

Intolerâncias Alimentares: o que são, sintomas e como identificar

Imagem ilustrativa de intolerancia alimentar

Intolerâncias Alimentares: o que são, sintomas e como identificar As intolerâncias alimentares ocorrem quando o organismo não consegue digerir ou processar adequadamente certos componentes dos alimentos. Ao contrário das alergias, que envolvem uma reação do sistema imunológico, as intolerâncias estão relacionadas a problemas na digestão, absorção ou metabolismo, provocando sintomas que afetam principalmente o sistema gastrointestinal. Essas condições podem ter diferentes causas, como deficiência de enzimas digestivas, alterações no transporte de nutrientes, fermentação excessiva por bactérias e desequilíbrios na microbiota intestinal. Tipos mais comuns de intolerância alimentar Intolerância à lactose Ocorre quando há deficiência da enzima lactase, responsável por digerir a lactose, o açúcar presente no leite e seus derivados. Essa falha na digestão leva ao acúmulo de lactose no intestino, que acaba fermentada pelas bactérias, produzindo gases e desconforto abdominal.Sintomas: cólicas, estufamento, gases, diarreia após consumo de leite ou derivados. Intolerância à frutose Caracteriza-se pela dificuldade em absorver frutose no intestino delgado, muitas vezes devido a alterações nos transportadores intestinais. Quando a frutose não é absorvida, segue para o intestino grosso, onde sofre fermentação bacteriana.Sintomas: gases, dor abdominal, diarreia, náuseas.Fontes comuns: frutas como maçã, pera e melancia; mel; e adoçantes como sorbitol. Intolerância ao glúten não celíaca Afeta pessoas que apresentam sintomas ao consumir glúten, mas sem o mecanismo autoimune da doença celíaca. Apesar de não causar lesões na mucosa intestinal, pode gerar grande desconforto e impacto na qualidade de vida.Sintomas: dor abdominal, inchaço, fadiga e alterações no ritmo intestinal. Intolerância a FODMAPs Envolve um grupo de carboidratos fermentáveis (Oligossacarídeos, Dissacarídeos, Monossacarídeos e Polióis) que são absorvidos de forma incompleta no intestino delgado. Isso favorece a fermentação pelas bactérias no intestino grosso, com produção de gases e atração de água para o interior do intestino.Fontes: trigo, centeio, cebola, alho, leguminosas, leite, maçã, pera, mel e alguns adoçantes artificiais.Sintomas: estufamento, gases, dor abdominal, diarreia ou constipação.A intolerância a FODMAPs pode estar associada à síndrome do intestino irritável e ser agravada por disbiose intestinal ou SIBO (supercrescimento bacteriano no intestino delgado). Possíveis causas das intolerâncias alimentares Deficiência de enzimas digestivas, como lactase. Alterações nos transportadores intestinais, como GLUT-5, que absorve frutose. Fermentação bacteriana excessiva, comum no SIBO. Desequilíbrios na microbiota intestinal (disbiose). Inflamações na mucosa intestinal, que dificultam a absorção. Predisposição genética. Muitas vezes, mais de um fator está presente, tornando o quadro mais complexo e exigindo investigação personalizada. Sintomas mais frequentes Apesar de cada intolerância ter gatilhos específicos, existem sintomas que aparecem na maioria dos casos: Estufamento abdominal Excesso de gases Cólicas ou dor abdominal Diarreia ou prisão de ventre Náuseas Sensação de cansaço ou fadiga Em alguns casos, dores de cabeça e alterações de humor Como identificar A avaliação deve ser individualizada, já que os sintomas podem se confundir com outras doenças gastrointestinais. Entre os métodos utilizados estão: Registro alimentar e análise clínica detalhada. Dietas de exclusão seguidas de reintrodução controlada dos alimentos suspeitos. Testes respiratórios (de hidrogênio e metano) para detectar intolerâncias à lactose, frutose e presença de SIBO. Exames laboratoriais e endoscópicos, quando necessário, para descartar outras condições. Tratamento O manejo das intolerâncias alimentares é sempre personalizado e pode incluir: Ajustes alimentares: reduzir ou excluir temporariamente os alimentos que provocam sintomas. Dietas específicas, como a Low FODMAP para intolerância a carboidratos fermentáveis. Uso de enzimas digestivas em casos selecionados. Tratamento da disbiose ou do SIBO, quando presentes. Acompanhamento médico e nutricional para garantir que a dieta seja equilibrada e segura. Evitar a exclusão desnecessária de alimentos é fundamental para prevenir deficiências nutricionais e preservar a diversidade da microbiota intestinal.   Referência: https://pmc.ncbi.nlm.nih.gov/articles/PMC10708184/ Artigos Recentes Intolerâncias Alimentares: o que são, sintomas e como identificar Uso Prolongado de Inibidores de Bomba de Prótons (IBP): Benefícios, Riscos e Cuidados Por que o acompanhamento com uma equipe multiprofissional pode transformar sua saúde intestinal Como a Ansiedade Afeta Sua Digestão e O Que Fazer a Respeito O Que é Disbiose Intestinal e Como Ela Afeta Sua Saúde Digestiva? Artigos Populares Gases na barriga: o que é e como melhorar? Intestino preso: o que é e como resolver? Ferritina Elevada: O Que Significa? Refluxo Gastroesofágico: Entenda os Sintomas, Diagnóstico e Tratamento O Que é Disbiose Intestinal e Como Ela Afeta Sua Saúde Digestiva? Dra. Letícia Couto – GastroenterologistaEspecialista no diagnóstico e tratamento de intolerâncias alimentares, gastrite, refluxo, disbiose, SIBO e síndrome do intestino irritável. Atendimento com tempo adequado, investigação detalhada e plano personalizado para tratar a causa do problema. 📅 Agende sua consulta e descubra como identificar e controlar sua intolerância alimentar com segurança e qualidade de vida. Agende sua consulta Agende sua consulta

Uso Prolongado de Inibidores de Bomba de Prótons (IBP): Benefícios, Riscos e Cuidados

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Uso Prolongado de Inibidores de Bomba de Prótons (IBP): Benefícios, Riscos e Cuidados Os Inibidores de Bomba de Prótons (IBP) revolucionaram o tratamento de doenças do estômago e do esôfago, como a doença do refluxo gastroesofágico (DRGE), úlcera péptica e no auxílio à erradicação da Helicobacter pylori. Desde que começaram a ser usados na prática médica há mais de 30 anos, se tornaram uma das classes de medicamentos mais prescritas no mundo. Eles atuam reduzindo a produção de ácido pelo estômago, favorecendo a cicatrização e o alívio dos sintomas. No entanto, o uso prolongado e sem acompanhamento médico pode trazer riscos que precisam ser conhecidos. O que são e para que servem os IBP? Os IBP – como omeprazol, pantoprazol, lansoprazol, esomeprazol e rabeprazol – agem bloqueando a “bomba de prótons” das células do estômago, mecanismo responsável pela liberação de ácido. Assim, reduzem a acidez e protegem a mucosa gástrica. Indicações mais comuns: Refluxo gastroesofágico Úlcera gástrica e duodenal Gastrite erosiva Prevenção de lesões gástricas por anti-inflamatórios Tratamento auxiliar na erradicação da H. pylori Riscos do uso prolongado de IBP Embora sejam seguros quando usados corretamente, estudos recentes alertam para potenciais efeitos adversos quando utilizados por longos períodos. 1. Deficiência de vitaminas e minerais Vitamina B12: precisa do ácido gástrico para ser absorvida. A redução da acidez pode dificultar esse processo, levando à deficiência. Cálcio: o ácido ajuda a solubilizar o cálcio. Baixos níveis podem prejudicar a saúde óssea e aumentar o risco de osteoporose. Ferro: o pH ácido é importante para a absorção do ferro; seu bloqueio pode causar deficiência. Magnésio: a deficiência é rara, mas pode ocorrer, principalmente em uso prolongado e em pessoas com outras doenças. 2. Risco aumentado de infecções O ácido gástrico funciona como uma barreira natural contra micro-organismos. Com a acidez reduzida, há maior chance de: Supercrescimento bacteriano do intestino delgado (SIBO) Infecção por Clostridioides difficile Infecções intestinais por bactérias como Salmonella e Campylobacter 3. Possível impacto na saúde óssea Alguns estudos mostram associação entre uso crônico de IBP e aumento do risco de fraturas, especialmente em coluna e quadril. A relação não é totalmente comprovada, mas o cuidado deve ser maior em pessoas com osteoporose. 4. Doenças renais Há relatos de relação entre IBP e nefrite intersticial (inflamação nos rins) que, não tratada, pode evoluir para doença renal crônica. O risco é maior em idosos e em uso prolongado. 5. Outras associações estudadas Demência: estudos iniciais sugeriram relação, mas revisões mais recentes não confirmaram associação significativa. Alterações cardiovasculares: atenção especial em pacientes que usam antiagregantes como clopidogrel, pois pode haver interação medicamentosa (dependendo do tipo de IBP). Rebote ácido: a suspensão abrupta pode causar retorno aumentado da acidez, gerando sintomas intensos. Uso racional e seguro dos IBP De acordo com as evidências científicas: Usar na menor dose eficaz e pelo menor tempo possível Revisar periodicamente a necessidade de continuar o tratamento Evitar a automedicação Avaliar reposição ou monitoramento de vitaminas e minerais em tratamentos prolongados Em casos de longo uso, considerar alternativas ou ajustes na dose sob supervisão médica Conclusão Os IBP são medicamentos valiosos, que proporcionam grande alívio e melhora na qualidade de vida de milhões de pessoas. Porém, seu uso contínuo sem acompanhamento pode trazer riscos. A decisão de iniciar, manter ou suspender o tratamento deve ser sempre feita com orientação médica, avaliando os benefícios e possíveis efeitos adversos. Se você faz uso diário de omeprazol ou outro IBP há mais de alguns meses, converse com seu gastroenterologista para verificar se o tratamento ainda é necessário ou se há opções mais seguras para o seu caso.   Referências: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/35830032/ Artigos Recentes Uso Prolongado de Inibidores de Bomba de Prótons (IBP): Benefícios, Riscos e Cuidados Por que o acompanhamento com uma equipe multiprofissional pode transformar sua saúde intestinal Como a Ansiedade Afeta Sua Digestão e O Que Fazer a Respeito O Que é Disbiose Intestinal e Como Ela Afeta Sua Saúde Digestiva? Como Saber Se é Intolerante à Lactose Artigos Populares Gases na barriga: o que é e como melhorar? Intestino preso: o que é e como resolver? Ferritina Elevada: O Que Significa? Refluxo Gastroesofágico: Entenda os Sintomas, Diagnóstico e Tratamento O Que é Disbiose Intestinal e Como Ela Afeta Sua Saúde Digestiva? Como a Dra. Letícia pode ajudar?A Dra. Letícia Couto é médica gastroenterologista, especialista em doenças do aparelho digestivo como gastrite, refluxo, SIBO, síndrome do intestino irritável e intolerâncias alimentares. Seu atendimento é particular, humanizado e sem pressa, com foco em diagnóstico preciso e tratamento personalizado para cada paciente. 📅 Agende sua consulta e dê o primeiro passo para cuidar da sua saúde intestinal com segurança e acompanhamento especializado. Agende sua consulta Agende sua consulta

Por que o acompanhamento com uma equipe multiprofissional pode transformar sua saúde intestinal

Equipe multiprofissional cuidando da saúde intestinal com foco em intestino irritável, SIBO e qualidade de vida

Por que o acompanhamento com uma equipe multiprofissional pode transformar sua saúde intestinal Você sente que já tentou de tudo e seus sintomas intestinais continuam atrapalhando sua rotina? Estufamento, dor abdominal, constipação, diarreia, gases em excesso e sensação de digestão lenta podem ser sinais de distúrbios funcionais do intestino, como a síndrome do intestino irritável (SII) e dispepsia funcional. Essas condições, muitas vezes invisíveis em exames de imagem, exigem mais do que apenas um tratamento pontual. O segredo para uma melhora real está em algo que muitas pessoas ainda desconhecem: o acompanhamento contínuo com uma equipe multiprofissional especializada. O que são distúrbios funcionais do intestino? Distúrbios funcionais são condições em que o intestino não funciona como deveria, mesmo sem uma lesão estrutural. Isso quer dizer que os exames podem estar normais, mas os sintomas são reais e impactam diretamente sua qualidade de vida, humor, sono e alimentação. Esses transtornos estão ligados à forma como o intestino e o cérebro se comunicam — a chamada conexão intestino-cérebro — e exigem uma abordagem que vá além de medicamentos. Por que o cuidado multiprofissional faz diferença? Estudos mostram que pacientes acompanhados por uma equipe composta por gastroenterologista e equipe multiprofissional têm melhor resposta ao tratamento, com redução dos sintomas e melhora na qualidade de vida. Isso acontece porque cada profissional atua em um pilar diferente da saúde intestinal: Gastroenterologista: faz o diagnóstico correto e conduz o tratamento clínico. Nutricionista: orienta estratégias alimentares individualizadas, como a dieta low FODMAP. Psicólogo: ajuda a reduzir o impacto do estresse e ansiedade no intestino. O acompanhamento longitudinal (ou seja, ao longo do tempo) é essencial porque os sintomas variam, e a resposta ao tratamento também. É com o tempo que conseguimos ajustar condutas, observar padrões e construir, junto com o paciente, um caminho mais leve e saudável. Não trate seus sintomas de forma isolada Muita gente passa anos buscando soluções rápidas, sem sucesso. Tratar apenas a ponta do iceberg (o sintoma) sem olhar para as causas profundas pode te fazer andar em círculos. Ao escolher um cuidado integrado e personalizado, com uma equipe que te escuta de verdade, você avança para um tratamento mais eficaz, humano e duradouro.     Artigos Recentes Por que o acompanhamento com uma equipe multiprofissional pode transformar sua saúde intestinal Como a Ansiedade Afeta Sua Digestão e O Que Fazer a Respeito O Que é Disbiose Intestinal e Como Ela Afeta Sua Saúde Digestiva? Como Saber Se é Intolerante à Lactose Intolerância Alimentar: Diferenças da Alergia, Sintomas, Diagnóstico e Tratamento Artigos Populares Gases na barriga: o que é e como melhorar? Intestino preso: o que é e como resolver? Ferritina Elevada: O Que Significa? Refluxo Gastroesofágico: Entenda os Sintomas, Diagnóstico e Tratamento O Que é Disbiose Intestinal e Como Ela Afeta Sua Saúde Digestiva? Está na hora de dar um passo diferente Se você convive com sintomas intestinais que impactam seu dia a dia, saiba que não precisa enfrentar isso sozinho. Agende uma consulta comigo para iniciar um plano de cuidado completo, pensado especialmente para você. Agende sua consulta Agende sua consulta

Como a Ansiedade Afeta Sua Digestão e O Que Fazer a Respeito

Mulher com a mão na cabeça e no tórax - com sintomas devido ansiedade

Como a Ansiedade Afeta Sua Digestão e O Que Fazer a Respeito A ansiedade não afeta apenas o nosso estado emocional, mas também pode ter um impacto significativo na saúde digestiva. Você já percebeu que, nos dias de maior estresse, os sintomas gastrointestinais parecem piorar? Isso ocorre porque a ansiedade está diretamente ligada a mudanças na forma como o sistema digestivo funciona. Neste artigo, vamos entender como a ansiedade pode afetar a digestão e o que você pode fazer a respeito para melhorar seu bem-estar intestinal. Como a Ansiedade Impacta a Digestão? A ansiedade pode afetar a digestão de várias maneiras, influenciando tanto a motilidade (movimentos) do sistema gastrointestinal quanto a sensibilidade do trato digestivo. Estudos demonstram que, em momentos de ansiedade, o sistema nervoso pode alterar a função gástrica, levando a sintomas como: Saciedade precoce: sensação de estômago cheio, mesmo comendo pequenas quantidades de comida. Distensão abdominal: sensação de barriga inchada e desconfortável. Plenitude: sensação de estômago pesado, como se a comida não estivesse sendo digerida corretamente. Esses sintomas ocorrem devido a alterações no funcionamento do estômago e do intestino, como uma redução da complacência gástrica (dificuldade em relaxar o estômago após a refeição) e a inibição do relaxamento pós-prandial (momento após a refeição). Além disso, a ansiedade está relacionada a um trânsito intestinal mais rápido, o que pode levar ao aumento da frequência e urgência das evacuações, resultando em diarreia. Ansiedade e Distúrbios Gastrointestinais A ansiedade também pode estar associada a distúrbios funcionais no trato gastrointestinal, como dispepsia funcional (DF) e doença do refluxo gastroesofágico (DRGE). Pacientes com dispepsia funcional, um tipo de dor abdominal e desconforto digestivo sem uma causa orgânica aparente, frequentemente apresentam um estômago que não se adapta corretamente durante a digestão, o que agrava os sintomas quando há ansiedade. No caso da DRGE, onde o ácido do estômago volta para o esôfago, causando azia e refluxo, a ansiedade pode agravar a percepção dos sintomas e até interferir no tratamento com medicamentos. Isso acontece porque a ansiedade pode alterar a resposta do organismo aos medicamentos, como os inibidores da bomba de prótons (IBPs), usados para controlar o refluxo. O Que Fazer para Melhorar a Digestão Quando a Ansiedade Está Envolvida? É possível manejar os efeitos da ansiedade na digestão por meio de uma abordagem multifacetada, que inclui tratamentos psicológicos, terapias farmacológicas e cuidados com a microbiota intestinal. 1. Terapias Psicológicas Intervenções psicológicas, como a Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) e técnicas de relaxamento, podem ser eficazes na redução da ansiedade e, consequentemente, no alívio dos sintomas digestivos. Essas terapias ajudam a controlar os pensamentos e emoções, promovendo um estado de calma que contribui para a melhoria da função gastrointestinal. 2. Medicamentos Ansiolíticos Em casos mais graves de ansiedade, o uso de medicamentos ansiolíticos pode ser uma opção, mas sempre deve ser acompanhado por um profissional. Esses medicamentos ajudam a controlar os sintomas de ansiedade, mas devem ser usados com cautela, levando em consideração os possíveis efeitos colaterais e a dependência. 3. Modulação da Microbiota Intestinal A saúde do intestino e a saúde mental estão intimamente conectadas por meio do eixo intestino-cérebro, que regula tanto a digestão quanto o humor. Estudos sugerem que disfunções na barreira intestinal podem contribuir para a ansiedade. Uma maneira de restaurar o equilíbrio intestinal é por meio do uso de probióticos e prebióticos, que ajudam a restaurar a microbiota intestinal e melhorar tanto a digestão quanto o bem-estar emocional. 4. Alimentação Saudável Além dos tratamentos mencionados, a alimentação também desempenha um papel fundamental. Consumir alimentos ricos em fibras, vegetais e grãos integrais ajuda a manter o intestino saudável, enquanto reduzir o consumo de alimentos processados, açúcares e cafeína pode diminuir os sintomas de ansiedade e melhorar a digestão. Se você está lidando com sintomas digestivos relacionados à ansiedade ou qualquer outra condição gastrointestinal, estou aqui para ajudar! Como médica gastroenterologista, ofereço um atendimento personalizado e humanizado para entender a raiz dos seus sintomas e encontrar o melhor tratamento para você. Artigos Recentes Como a Ansiedade Afeta Sua Digestão e O Que Fazer a Respeito O Que é Disbiose Intestinal e Como Ela Afeta Sua Saúde Digestiva? Como Saber Se é Intolerante à Lactose Intolerância Alimentar: Diferenças da Alergia, Sintomas, Diagnóstico e Tratamento Síndrome do Intestino Irritável (SII): O que é, Sintomas e Tratamentos Artigos Populares Intestino preso: o que é e como resolver? Ferritina Elevada: O Que Significa? Quando procurar um Gastroenterologista? Refluxo Gastroesofágico: Entenda os Sintomas, Diagnóstico e Tratamento Doença Celíaca: O Que Eu Preciso Saber? Agende sua consulta com a Dra. Letícia Couto agora mesmo. Agende sua consulta Agende sua consulta

O Que é Disbiose Intestinal e Como Ela Afeta Sua Saúde Digestiva?

Imagem ilustrativa de microbiota intestinal saudável e disbiose, com destaque para o desequilíbrio de bactérias no intestino.

O Que é Disbiose Intestinal e Como Ela Afeta Sua Saúde Digestiva? A saúde intestinal é fundamental para o bem-estar geral, e a disbiose intestinal é uma condição que pode afetá-la diretamente. Mas, afinal, o que é disbiose e como ela impacta a sua digestão? Neste artigo, explicaremos o que é a microbiota intestinal, como a disbiose ocorre e os efeitos dessa condição na saúde digestiva. O que é Microbiota Intestinal? A microbiota intestinal é o conjunto de microrganismos, como bactérias, fungos e vírus, que habitam o nosso intestino. Esses microrganismos desempenham funções essenciais, como a digestão de alimentos, a produção de vitaminas e a proteção contra microrganismos prejudiciais. Quando equilibrada, a microbiota intestinal promove a saúde geral do corpo, mas quando desequilibrada, pode causar diversos problemas. O Que é Disbiose Intestinal? Disbiose intestinal é o desequilíbrio na composição da microbiota intestinal, onde há uma diminuição das bactérias benéficas e um aumento das bactérias patogênicas. Esse desequilíbrio pode ser desencadeado por vários fatores, como: Dieta inadequada: Alimentos processados, gorduras e açúcares em excesso favorecem microrganismos prejudiciais. Uso de antibióticos: O uso excessivo de antibióticos pode destruir as boas bactérias intestinais. Estresse: O estresse crônico pode impactar negativamente a saúde intestinal. Doenças e genética: Algumas condições podem predispor à disbiose, como doenças inflamatórias intestinais. Como a Disbiose Intestinal Afeta Sua Saúde Digestiva? Quando a microbiota intestinal está desequilibrada, ela pode prejudicar várias funções importantes do intestino, resultando em diversos problemas de saúde, como: Aumento da permeabilidade intestinal: A disbiose enfraquece a barreira intestinal, permitindo que toxinas e patógenos se espalhem pelo corpo, causando inflamação sistêmica. Doenças inflamatórias intestinais: A disbiose é associada a doenças como a Doença de Crohn e a colite ulcerativa, que causam inflamação crônica no intestino. Distúrbios metabólicos e doenças autoimunes: A alteração da microbiota pode prejudicar o metabolismo e a resposta imunológica, aumentando o risco de doenças como obesidade e diabetes tipo 2. Sintomas gastrointestinais: A disbiose pode causar sintomas como inchaço abdominal, gases, constipação e diarreia. Esses sintomas são comuns em doenças como a síndrome do intestino irritável (SII). Impacto na saúde mental: A microbiota intestinal também está conectada ao cérebro. A disbiose pode contribuir para problemas de saúde mental, como ansiedade e depressão. Como Tratar a Disbiose Intestinal? Restaurar o equilíbrio da microbiota intestinal é essencial para melhorar a saúde digestiva e geral. Algumas estratégias incluem: Adotar uma alimentação saudável: Uma dieta rica em fibras, frutas, vegetais e alimentos fermentados pode ajudar a equilibrar a microbiota. Evite alimentos ricos em açúcares e gorduras, que favorecem microrganismos prejudiciais. Uso de probióticos e prebióticos: Os probióticos ajudam a repovoar o intestino com boas bactérias, enquanto os prebióticos alimentam essas bactérias. Ambos são eficazes no restabelecimento do equilíbrio intestinal. Reduzir o uso de antibióticos: Evite o uso indiscriminado de antibióticos, que podem prejudicar a microbiota intestinal. Sempre siga as orientações médicas para o uso desses medicamentos. Controlar o estresse: Práticas como meditação, yoga e exercícios físicos podem ajudar a reduzir o impacto do estresse na saúde intestinal e promover o equilíbrio da microbiota. Como Prevenir a Disbiose Intestinal? Prevenir a disbiose intestinal é possível com alguns cuidados simples, como: Manter uma alimentação equilibrada, rica em fibras e alimentos naturais. Evitar o uso excessivo de antibióticos e procurar alternativas quando necessário. Gerenciar o estresse com técnicas de relaxamento e atividades físicas regulares. Consumir probióticos regularmente para fortalecer a saúde intestinal. Conclusão A disbiose intestinal é um desequilíbrio que pode afetar profundamente a saúde digestiva e o bem-estar geral. Compreender a importância de uma microbiota equilibrada e adotar hábitos saudáveis são passos fundamentais para prevenir e tratar essa condição. Se você está enfrentando sintomas gastrointestinais persistentes ou outros problemas relacionados à saúde intestinal, consulte um especialista para avaliar sua condição e obter o tratamento adequado. Com um intestino saudável, você também tem um corpo saudável! Artigos Recentes Por que o acompanhamento com uma equipe multiprofissional pode transformar sua saúde intestinal Como a Ansiedade Afeta Sua Digestão e O Que Fazer a Respeito O Que é Disbiose Intestinal e Como Ela Afeta Sua Saúde Digestiva? Como Saber Se é Intolerante à Lactose Intolerância Alimentar: Diferenças da Alergia, Sintomas, Diagnóstico e Tratamento Artigos Populares Intestino preso: o que é e como resolver? Ferritina Elevada: O Que Significa? Como a Ansiedade Afeta Sua Digestão e O Que Fazer a Respeito O Que é Disbiose Intestinal e Como Ela Afeta Sua Saúde Digestiva? Gases na barriga: o que é e como melhorar? Agende sua consulta com a Dra. Letícia Couto e descubra como tratar sua disbiose de forma eficaz! 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Como Saber Se é Intolerante à Lactose

Imagem ilustrativa de uma pessoa com a mão em frente a um copo de leite

Como Saber se é Intolerante à Lactose Você sabia que sentir desconforto depois de consumir leite pode ser um sinal de intolerância à lactose? Distensão abdominal, gases, cólicas ou até alterações no seu intestino são alguns dos sintomas mais comuns dessa condição. Mas o que é exatamente a intolerância à lactose e como você pode saber se tem isso? Vamos explicar de forma clara e simples. O que é a intolerância à lactose? A intolerância à lactose ocorre quando o corpo não consegue digerir a lactose, o açúcar presente no leite, devido à falta ou deficiência de uma enzima chamada lactase. Quando a lactase não está disponível em quantidade suficiente, a lactose não é absorvida no intestino, o que pode causar fermentação e a liberação de gases, resultando nos sintomas desconfortáveis. Importante: a intolerância à lactose não é a mesma coisa que alergia ao leite. Na alergia, o problema está relacionado ao sistema imunológico, enquanto na intolerância, o problema é digestivo. Como saber se tenho intolerância à lactose? Você pode começar a perceber se é intolerante à lactose ao notar alguns sintomas, como distensão abdominal, gases ou cólicas após consumir produtos lácteos. Esses sinais podem surgir minutos ou até algumas horas depois de ingerir leite ou derivados. Mas, para saber com certeza, é importante confirmar com a ajuda de um médico. Como é feito o diagnóstico? Existem testes simples e eficazes que podem ajudar a confirmar se você é realmente intolerante à lactose: Teste do Hidrogênio no Ar Expirado (HBT): Este é o teste mais utilizado e é não invasivo. Após você ingerir uma quantidade de lactose, o médico medirá os níveis de hidrogênio no seu ar expirado. Se a lactose não for digerida corretamente, ela será fermentada no intestino, liberando hidrogênio que será captado pela respiração. O aumento nos níveis de hidrogênio é um sinal de intolerância. Testes Genéticos: Em alguns casos, o médico pode sugerir um exame genético para identificar sua predisposição à intolerância à lactose. Esse teste verifica alterações genéticas relacionadas à produção de lactase. Embora possa identificar sua predisposição, ele nem sempre se correlaciona diretamente com a intensidade dos sintomas. Teste de Tolerância à Lactose: Esse exame mede a glicose no sangue após a ingestão de lactose. Se os níveis de glicose não aumentarem como esperado, pode ser um sinal de má absorção de lactose. No entanto, esse teste é menos comum, pois tem menor sensibilidade. Como tratar a intolerância à lactose? A boa notícia é que, mesmo diagnosticado com intolerância à lactose, há várias formas de tratar e controlar os sintomas. Aqui estão algumas soluções: Evite produtos com lactose: A forma mais eficaz de controlar os sintomas é reduzir ou eliminar alimentos que contenham lactose, como leite e derivados. Hoje, existem diversas opções de produtos sem lactose no mercado, como leite, queijos e iogurtes, permitindo que você continue aproveitando suas refeições sem desconforto. Use enzima lactase: Para quem não quer abrir mão dos produtos lácteos, a enzima lactase pode ser uma ótima alternativa. Ela ajuda a digerir a lactose e está disponível em farmácias. É importante ajustar a dose de lactase conforme a quantidade de lactose consumida. Alimentos sem lactose: Há várias alternativas deliciosas que permitem que você continue consumindo produtos lácteos, como leite sem lactose, queijos e iogurtes. Essas opções são cada vez mais comuns e oferecem mais conveniência para quem vive com intolerância. Embora a intolerância à lactose possa causar algum desconforto, ela é uma condição tratável e não representa um risco para a saúde a longo prazo. Com algumas mudanças simples na sua alimentação, você pode controlar os sintomas e continuar a aproveitar os alimentos que gosta. Se você está passando por sintomas como gases, cólicas ou distensão abdominal após consumir leite, não hesite em procurar orientação médica. Com os exames certos, seu médico poderá confirmar o diagnóstico e ajudá-lo a encontrar a melhor forma de tratar a intolerância à lactose, promovendo mais bem-estar e qualidade de vida. Lembre-se: a chave para controlar a intolerância à lactose está em entender seu corpo e buscar alternativas que funcionem para você. O equilíbrio e o cuidado com a alimentação são essenciais para viver de forma saudável! Artigos Recentes Como Saber Se é Intolerante à Lactose Intolerância Alimentar: Diferenças da Alergia, Sintomas, Diagnóstico e Tratamento Síndrome do Intestino Irritável (SII): O que é, Sintomas e Tratamentos Gastrite: Sintomas, Diagnóstico e Tratamento Esteatose Hepática: O Que é e Como Cuidar do Seu Fígado Artigos Populares Intestino preso: o que é e como resolver? Ferritina Elevada: O Que Significa? Quando procurar um Gastroenterologista? 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Intolerância Alimentar: Diferenças da Alergia, Sintomas, Diagnóstico e Tratamento

Intolerância Alimentar: Diferenças da Alergia, Sintomas, Diagnóstico e Tratamento Muitas pessoas confundem intolerância alimentar com alergia alimentar, mas essas são condições diferentes, com causas e sintomas distintos. Saber diferenciá-las é essencial para buscar o diagnóstico correto e tratar os sintomas de forma adequada. Neste texto, vamos explicar o que é a intolerância alimentar, como ela se diferencia da alergia, quais os sintomas mais comuns e as opções de diagnóstico e tratamento. O Que é a Intolerância Alimentar? A intolerância alimentar ocorre quando o corpo tem dificuldade em digerir ou metabolizar determinados alimentos. Ao contrário das alergias, que envolvem o sistema imunológico, a intolerância alimentar está relacionada ao sistema digestivo. Isso significa que a quantidade do alimento consumido influencia os sintomas: quanto mais você consome, mais intensos podem ser os sinais de desconforto. Diferença Entre Intolerância e Alergia Alimentar A alergia alimentar envolve uma resposta do sistema imunológico, geralmente mediada pela imunoglobulina E (IgE). Nesse caso, até mesmo pequenas quantidades do alimento podem desencadear reações graves, incluindo anafilaxia, que é potencialmente fatal. Já a intolerância alimentar afeta principalmente o sistema digestivo, causando sintomas como dor abdominal, gases e diarreia. Diferente da alergia, a gravidade da intolerância costuma estar relacionada à quantidade ingerida, e a reação não coloca a vida em risco. Por exemplo, uma pessoa com intolerância à lactose pode consumir uma pequena quantidade de leite sem grandes problemas, mas se exagerar, poderá ter desconforto abdominal e diarreia. Já alguém com alergia ao leite pode ter uma reação grave ao consumir até mesmo traços do alimento. Sintomas da Intolerância Alimentar Os sintomas mais comuns da intolerância alimentar estão ligados ao sistema digestivo e incluem: Inchaço e gases: Sensação de estufamento após a ingestão de certos alimentos. Diarreia: Movimentos intestinais frequentes e soltos. Dor abdominal: Cólica ou desconforto no abdômen, que pode surgir logo após a alimentação. Náusea: Sensação de mal-estar após consumir alimentos específicos. Esses sintomas podem variar de leves a moderados, dependendo da quantidade de alimento ingerido e da gravidade da intolerância. Tipos de Intolerância Alimentar Existem diferentes tipos de intolerância alimentar, que podem variar de acordo com o alimento envolvido e a dificuldade que o corpo tem para digeri-lo. Os principais tipos são: Intolerância à lactose: Ocorre quando o corpo tem dificuldade em digerir a lactose, um açúcar encontrado no leite e em derivados como queijos e iogurtes. Os sintomas incluem inchaço, gases, cólicas e diarreia após consumir produtos lácteos. Intolerância à frutose: Acontece quando o intestino tem dificuldade em absorver a frutose, presente em frutas e adoçantes à base de frutas, como o xarope de milho. Os sintomas incluem inchaço, diarreia e desconforto abdominal. Intolerância ao glúten (sensibilidade não celíaca): Pessoas com sensibilidade ao glúten podem apresentar sintomas gastrointestinais como inchaço, dor abdominal e diarreia após consumir alimentos que contêm trigo, cevada ou centeio. Vale lembrar que isso não deve ser confundido com a doença celíaca, que é uma reação autoimune ao glúten. Intolerância a FODMAPs: Alguns carboidratos fermentáveis, conhecidos como FODMAPs, são mal absorvidos pelo intestino e podem causar gases, inchaço e diarreia em pessoas com intolerância. Esses alimentos incluem feijões, lentilhas, cebola e alho. Intolerância ao álcool: A deficiência de enzima aldeído desidrogenase pode causar rubor, náusea e desconforto após o consumo de bebidas alcoólicas, sendo mais comum em pessoas de ascendência asiática. Diagnóstico da Intolerância Alimentar O diagnóstico da intolerância alimentar pode ser um desafio, pois não há um único teste específico que confirme a condição. O método mais comum envolve a eliminação de alimentos suspeitos da dieta, sob orientação de um médico ou nutricionista, e a reintrodução gradual para verificar se os sintomas voltam a aparecer. Dependendo da suspeita, exames específicos, como testes de respiração para intolerância à lactose ou frutose, podem ser solicitados. Tratamentos Para a Intolerância Alimentar O tratamento para intolerância alimentar envolve principalmente a adaptação na dieta. As estratégias comuns incluem: Evitar ou limitar o consumo de alimentos que causam desconforto, como laticínios no caso de intolerância à lactose. Suplementos de enzimas: No caso da intolerância à lactose, por exemplo, existem suplementos de lactase que ajudam a digerir os produtos lácteos. Mudanças na dieta: Pacientes com intolerância a FODMAPs podem se beneficiar de uma dieta pobre em carboidratos fermentáveis, com a orientação de um nutricionista. Em muitos casos, essas adaptações permitem que a pessoa tenha uma vida normal, sem grandes restrições, desde que saiba gerenciar a quantidade dos alimentos que desencadeiam os sintomas.   Se você sente desconforto após ingerir certos alimentos, é importante buscar orientação médica para investigar se você tem intolerância alimentar ou alergia alimentar. A Dra. Letícia, gastroenterologista, pode te ajudar a identificar a causa dos seus sintomas e a desenvolver um plano de tratamento adequado para melhorar sua qualidade de vida. 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Síndrome do Intestino Irritável (SII): O que é, Sintomas e Tratamentos

Síndrome do Intestino Irritável (SII): O que é, Sintomas e Tratamentos A Síndrome do Intestino Irritável (SII) é uma condição crônica muito comum, afetando cerca de 20% da população. É caracterizada por alterações nos hábitos intestinais e dor abdominal, o que pode ser frustrante para os pacientes. Embora a causa exata ainda não seja totalmente compreendida, existem tratamentos que ajudam a controlar os sintomas e melhorar a qualidade de vida. O Que é a Síndrome do Intestino Irritável (SII)? A SII é um distúrbio funcional do sistema digestivo que afeta principalmente o intestino delgado e grosso. Ela provoca desconforto abdominal associado a alterações no trânsito intestinal, como diarreia, constipação ou ambos de forma alternada. Mesmo que seja uma condição crônica, ou seja, dura a vida toda, ela não causa danos permanentes ao intestino, mas os sintomas podem variar de leves a severos. Sintomas da Síndrome do Intestino Irritável Os sintomas da SII variam de pessoa para pessoa, mas os mais comuns incluem: Dor ou desconforto abdominal: A dor geralmente é em forma de cólica e melhora após a evacuação. Alterações nos hábitos intestinais: Algumas pessoas sofrem com diarreia frequente, enquanto outras têm constipação. É comum que haja uma alternância entre esses dois sintomas. Inchaço e gases: Muitos pacientes relatam sensação de estufamento e produção excessiva de gases. Muco nas fezes: Em alguns casos, o paciente pode notar a presença de muco nas evacuações. Como é Feito o Diagnóstico da SII? O diagnóstico da SII é clínico, ou seja, baseado nos sintomas relatados pelo paciente e na exclusão de outras condições. Não há um exame específico para diagnosticar a SII, mas o médico pode solicitar exames de sangue, fezes e, em alguns casos, exames endoscópicos para descartar outras doenças gastrointestinais, como doença celíaca, colite ulcerativa ou doença de Crohn. Possíveis Causas da Síndrome do Intestino Irritável Embora a causa exata da SII não seja totalmente compreendida, algumas teorias sugerem que ela pode ser provocada por: Hipersensibilidade visceral: Sensibilidade aumentada nos intestinos, que faz com que estímulos normais, como o acúmulo de gases ou a distensão intestinal, sejam percebidos de forma exagerada e dolorosa. Contrações anormais do intestino: Movimentos exagerados podem levar à dor e alterações nas evacuações. Infecções gastrointestinais: Algumas pessoas desenvolvem SII após infecções severas no intestino. Estresse e ansiedade: O estresse pode agravar os sintomas da SII, embora não seja necessariamente a causa principal. Intolerâncias alimentares: Certos alimentos, como laticínios ou feijões, podem aumentar os gases e piorar os sintomas. Tratamentos para a Síndrome do Intestino Irritável Embora não exista cura para a SII, existem várias opções de tratamento que ajudam a controlar os sintomas: Mudanças na dieta: Eliminar alimentos que agravam os sintomas, como laticínios, carboidratos fermentáveis e alimentos ricos em gorduras, pode ser eficaz. Uma dieta rica em fibras é recomendada para quem sofre de constipação. Medicamentos antiespasmódicos: Ajudam a reduzir as cólicas intestinais. Antidepressivos: Doses baixas de certos antidepressivos podem ser prescritas para diminuir a sensibilidade intestinal e a dor. Probióticos: Suplementos que contêm “bactérias boas” podem melhorar o equilíbrio intestinal e reduzir os sintomas em alguns pacientes. Controle do estresse: Técnicas de relaxamento, como terapia cognitivo-comportamental e exercícios físicos, podem ajudar a reduzir os efeitos do estresse sobre os sintomas intestinais. Conclusão A Síndrome do Intestino Irritável é uma condição crônica que pode ser desconfortável, mas existem formas eficazes de controlar os sintomas. Se você sente dor abdominal e alterações nos hábitos intestinais, é importante procurar orientação médica. A Dra. Letícia, gastroenterologista, oferece um atendimento especializado e acolhedor para te ajudar a viver melhor com a SII. Artigos Recentes Síndrome do Intestino Irritável (SII): O que é, Sintomas e Tratamentos Gastrite: Sintomas, Diagnóstico e Tratamento Esteatose Hepática: O Que é e Como Cuidar do Seu Fígado Gases na barriga: o que é e como melhorar? Intestino preso: o que é e como resolver? Artigos Populares Intestino preso: o que é e como resolver? Refluxo Gastroesofágico: Entenda os Sintomas, Diagnóstico e Tratamento Doença Celíaca: O Que Eu Preciso Saber? Quando procurar um Gastroenterologista? Ferritina Elevada: O Que Significa? Agende sua consulta com a Dra. Letícia Couto e descubra como controlar os sintomas da Síndrome do Intestino Irritável e melhorar sua qualidade de vida! Agende sua consulta Agende sua consulta